1. O MERCADO QUE NÃO PARA DE CRESCER
O Brasil vive um momento singular no mercado de educação digital. Mais de 20 milhões de brasileiros já adquiriram infoprodutos como cursos online, e-books e mentorias, gerando um faturamento estimado em R$ 8,8 bilhões, segundo dados da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do SPC Brasil. A projeção para 2025 era ainda mais expressiva: o setor poderia alcançar R$ 10,6 bilhões, seguindo uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) de 6,5%.
Esses números não são acidentais. A pesquisa da Fundação Getúlio Vargas em parceria com a Hotmart revelou um crescimento de 30% no número de trabalhos diretos e indiretos gerados pela Creator Economy em apenas 12 meses. Mais revelador ainda: 42% dos criadores de conteúdo afirmaram que a venda de produtos digitais é sua principal fonte de renda, gerando até R$ 12 mil mensais.
No ensino superior formal, os dados também impressionam. O Mapa do Ensino Superior 2025 revelou que o EAD já representa 49,3% das matrículas no ensino superior brasileiro, com a previsão de ultrapassar o ensino presencial nos próximos censos. São quase 10 milhões de estudantes matriculados em faculdades, centros universitários e universidades, evidenciando uma mudança cultural irreversível na forma como os brasileiros consomem educação.
O consumo de infoprodutos se firmou como um hábito sólido no Brasil. O público está cada vez mais exigente, mas também mais disposto a investir em conteúdos especializados que entreguem resultados reais.
Os nichos mais aquecidos refletem as necessidades contemporâneas: 53% dos consumidores adquirem infoprodutos para aprimorar habilidades profissionais e 27% focam em crescimento pessoal. Saúde, finanças pessoais, tecnologia, marketing digital e desenvolvimento profissional dominam as preferências de compra. Em 2025, o destaque vai para cursos sobre inteligência artificial, automação de processos e novas profissões digitais.
A grande vantagem do mercado de infoprodutos em relação a negócios tradicionais é a escalabilidade. Depois que o produto digital é desenvolvido, os custos de produção são mínimos, as margens de lucro são elevadas e o alcance é praticamente ilimitado. Um único curso pode ser vendido para mil ou cem mil pessoas sem que o custo de entrega mude significativamente.
2. A FÓRMULA DE LANÇAMENTO: ORIGEM E FUNDAMENTOS
A Fórmula de Lançamento é uma metodologia de marketing e vendas criada pelo americano Jeff Walker e adaptada para o mercado brasileiro por Erico Rocha, hoje reconhecido como a maior autoridade em lançamentos digitais do país. O programa ensina, em essência, como comprimir as vendas de um ano inteiro em apenas 7 dias — o chamado "6 em 7": faturar pelo menos R$ 100 mil em sete dias consecutivos.
A promessa pode parecer ambiciosa para quem nunca viveu um lançamento, mas a lógica por trás dela é sólida e utiliza princípios amplamente validados pelo marketing moderno: geração de leads qualificados, construção de relacionamento, produção de conteúdo estratégico, uso de gatilhos mentais e criação de ofertas irresistíveis com urgência e escassez controladas.
Para entender a mecânica, pense no lançamento de um grande filme. Meses antes da estreia, começam os rumores, entrevistas com o elenco, trailers e teasers que alimentam a expectativa do público. Quando o filme finalmente estreia, as salas estão lotadas. A Fórmula de Lançamento replica exatamente essa dinâmica para o mercado digital, concentrando toda a energia de marketing em um período específico para gerar um pico massivo de vendas.
2.1. OS TRÊS PILARES DA METODOLOGIA
A execução da Fórmula pode ser dividida em três pilares fundamentais que sustentam toda a estratégia:
- Relacionamento: O público é o princípio de toda a estratégia. Antes de vender qualquer coisa, é preciso construir uma relação genuína com a audiência. Isso significa produzir conteúdo relevante, entender as dores e desejos do público-alvo e estabelecer autoridade no nicho escolhido. Erico Rocha defende que nessa etapa o foco deve ser integralmente dedicado à percepção que os consumidores têm sobre a marca.
- Lançamento: Com a audiência aquecida e engajada, entra a fase de lançamento propriamente dita. É aqui que a sequência de Conteúdos de Pré-Lançamento (CPLs) entra em ação, educando o público, quebrando objeções e criando um desejo irresistível pela oferta. A abertura do carrinho acontece com urgência e escassez, gerando o pico de vendas.
- Entrega: O pós-venda é tão importante quanto a venda. A fase de entrega inclui suporte, onboarding, sucesso do cliente e todos os elementos de fidelização. Uma entrega excepcional garante não apenas a satisfação do aluno, mas também a construção de prova social para os próximos ciclos de lançamento e o aumento da receita recorrente.
3. AS QUATRO FASES DE UM LANÇAMENTO ESTRUTURADO
3.1. PRÉ-PRÉ-LANÇAMENTO (PPL)
O Pré-Pré-Lançamento é a fase mais negligenciada por iniciantes — e, ironicamente, a mais determinante para o sucesso. Nessa etapa, o objetivo é construir audiência, criar buzz e aquecer a base antes de qualquer menção à venda.
Na prática, o PPL envolve a produção consistente de conteúdo nas redes sociais, blog e YouTube; a construção de uma lista de e-mails qualificada; o uso estratégico de iscas digitais (lead magnets) para capturar contatos; e o início da narrativa que será aprofundada nos CPLs. É o momento de posicionar-se como autoridade e demonstrar, através de conteúdo gratuito de alta qualidade, que você domina o assunto.
Não existe um prazo fixo para o PPL. Alguns lançadores investem semanas, outros meses. O que importa é que, ao fim dessa fase, você tenha uma base de leads engajada e minimamente educada sobre o tema do seu curso.
3.2. PRÉ-LANÇAMENTO: A SEQUÊNCIA DE CPLs
Os Conteúdos de Pré-Lançamento (CPLs) são o coração pulsante da Fórmula de Lançamento. Geralmente entregues em formato de vídeo ao longo de 7 a 14 dias, eles seguem uma sequência estratégica que guia o lead desde o desconhecimento até o desejo ardente de compra.
- CPL 1 — Oportunidade: O primeiro conteúdo tem uma missão clara: mostrar que existe uma oportunidade real e acessível. É aqui que você quebra crenças limitantes da audiência, apresenta o cenário de possibilidades e planta a semente da transformação. O lead precisa sair desse conteúdo pensando: "isso é para mim".
- CPL 2 — Transformação: No segundo conteúdo, é hora de provar que a transformação é possível. Cases de sucesso, dados concretos, demonstrações práticas e a apresentação do caminho (sem entregar a solução completa) constroem credibilidade e desejo. O público precisa acreditar que os resultados são reais e atingíveis.
- CPL 3 — Pertencimento: O terceiro conteúdo trabalha o senso de comunidade e pertencimento. Faz o lead se enxergar como parte do grupo que já está obtendo resultados. Depoimentos, interação com a audiência e a sensação de que "falta pouco" criam um efeito de antecipação poderoso.
- CPL 4 — A Oferta: O quarto e último conteúdo é onde tudo converge. A solução completa é apresentada com clareza: o que está incluso, para quem é, qual o investimento, quais as garantias e, principalmente, por que agora. É o momento da abertura do carrinho, com urgência e escassez reais.
A sequência de CPLs funciona porque respeita o ciclo natural de decisão de compra: primeiro a pessoa precisa saber que tem um problema, depois precisa acreditar que existe solução, depois precisa confiar em quem oferece essa solução e, por fim, precisa de um empurrão para agir.
3.3. LANÇAMENTO: O CARRINHO ABERTO
A fase de carrinho aberto dura tipicamente de 5 a 7 dias. Durante esse período, toda a comunicação é direcionada para a conversão: e-mails de abertura, lembretes, depoimentos, lives tirando dúvidas, contagem regressiva e o e-mail final de encerramento.
Os gatilhos mentais mais eficazes nessa fase são a escassez (vagas ou bônus limitados), a urgência (prazo real de encerramento), a prova social (depoimentos e números de inscritos) e a reciprocidade (todo o conteúdo gratuito entregue nos CPLs cria uma "dívida" emocional).
Erico Rocha identifica cinco gatilhos fundamentais para alcançar o 6 em 7: reciprocidade, prova social, prova, escassez e autoridade. Quando esses elementos são combinados de forma autêntica, a taxa de conversão de leads em compradores pode variar entre 3% e 8%, com ROI médio em tráfego pago de 5 a 15 vezes o investimento.
3.4. PÓS-LANÇAMENTO: O CICLO QUE NÃO PARA
Muitos enxergam o pós-lançamento apenas como "entrega do curso". Na realidade, essa fase é estratégica para o crescimento do negócio. Uma entrega excepcional gera três ativos valiosos: depoimentos genuínos para o próximo lançamento, redução de reembolsos e aumento do lifetime value do cliente.
Além disso, o pós-lançamento é o momento de analisar métricas, identificar gargalos e preparar o próximo ciclo. O primeiro lançamento raramente é o mais lucrativo; é aprendizado puro. O segundo é otimização. A partir do terceiro, o sistema começa a operar com previsibilidade e margem.
4. TIPOS DE LANÇAMENTO: QUAL ESCOLHER?
A Fórmula de Lançamento não é um modelo único e rígido. Ela possui variações que se adaptam a diferentes momentos do negócio, diferentes tamanhos de audiência e diferentes níveis de investimento. Conhecer cada tipo é fundamental para escolher a estratégia certa no momento certo.
4.1. LANÇAMENTO SEMENTE
Ideal para quem está começando ou quer validar uma nova ideia com baixo risco. No Lançamento Semente, você vende antes mesmo de criar o curso completo. A proposta é simples: reúna um pequeno grupo de pessoas interessadas (pode ser 10, 20 ou 50), venda o acesso a um preço reduzido e construa o conteúdo em tempo real, ajustando-o com base no feedback direto dos alunos.
A grande vantagem é que você valida a demanda antes de investir semanas gravando aulas. Se ninguém comprar, você economizou tempo e dinheiro. Se comprarem, você tem caixa para produzir o material definitivo e depoimentos reais para o próximo ciclo.
4.2. LANÇAMENTO INTERNO
É o modelo clássico e mais conhecido da Fórmula. Utiliza toda a sequência de CPLs para vender para a sua própria base de leads. Exige uma lista já construída, investimento em tráfego pago para captura de leads e uma produção de conteúdo mais elaborada. Em contrapartida, oferece o maior potencial de faturamento por lançamento.
É no Lançamento Interno que a maioria dos cases de "6 em 7" e "7 em 7" (faturar R$ 1 milhão em 7 dias) acontece. Porém, ele exige planejamento rigoroso, investimento em mídia paga e uma equipe minimamente estruturada para copy, design, tráfego e suporte.
4.3. LANÇAMENTO PERPÉTUO (EVERGREEN)
O Lançamento Perpétuo automatiza o processo para vender todos os dias, replicando a experiência do lançamento ao vivo no piloto automático. Cada novo lead que entra na lista recebe a sequência de CPLs e a oferta como se fosse um lançamento ao vivo, mas tudo é automatizado via e-mail marketing e páginas de captura.
A versão 2025 da Fórmula de Lançamento enfatiza as estratégias Evergreen como complemento aos lançamentos sazonais, garantindo uma receita estável e previsível ao longo do ano. Especialistas do mercado recomendam a combinação de lançamentos ao vivo (para picos de faturamento) com perpétuos (para fluxo constante de caixa).
4.4. OUTROS MODELOS
Além dos três principais, existem variações como o Lançamento Relâmpago (oferta rápida para a base existente, sem CPLs), o Lançamento de Afiliado (parceria com influenciadores que vendem para suas audiências) e o Lançamento Espartano (versão minimalista com poucos recursos). Cada um tem seu momento e sua aplicação específica dentro da jornada de crescimento do negócio digital.
5. TENDÊNCIAS QUE ESTÃO MOLDANDO O MERCADO EM 2025-2026
O mercado de infoprodutos não é estático. Quem lança hoje precisa estar atento às tendências que estão redefinindo as regras do jogo:
- Inteligência Artificial integrada ao processo de lançamento: Desde a criação de copy com IA até chatbots de atendimento, passando pela segmentação de audiência e personalização de e-mails em escala. A IA não substitui a estratégia, mas acelera brutalmente a execução.
- Produtos High Ticket e mentorias: O mercado está migrando de cursos baratos de R$ 97 para ofertas de alto valor (R$ 2.000 a R$ 20.000) com entrega mais próxima e personalizada. Mentorias, masterminds e imersões estão entre os formatos mais lucrativos do momento.
- Comunidades e recorrência: Assinaturas e comunidades exclusivas estão complementando os lançamentos tradicionais. Em vez de depender exclusivamente de picos sazonais de faturamento, produtores estão construindo receita recorrente previsível.
- GEO — Generative Engine Optimization: Com o avanço dos buscadores baseados em IA (como o Google SGE e o próprio ChatGPT), otimizar conteúdo não apenas para SEO tradicional mas também para motores generativos tornou-se um diferencial competitivo crítico. Quem entender como posicionar conteúdo de lançamento tanto para humanos quanto para IAs terá uma vantagem significativa na captura de leads orgânicos.
- Agentes de IA como infoproduto: Uma tendência emergente é a venda de acesso a agentes de inteligência artificial treinados para resolver problemas específicos de um nicho — uma evolução natural dos cursos tradicionais que entrega resultado mais rápido e prático ao cliente.
6. OS ERROS QUE DESTROEM LANÇAMENTOS (E COMO EVITÁ-LOS)
Com base em centenas de lançamentos acompanhados, existem padrões claros de erro que se repetem entre iniciantes e até entre lançadores experientes:
- Lançar sem lista: Este é o erro mais comum e mais fatal. Sem uma audiência aquecida e qualificada, não existe lançamento — existe esperança. A construção de lista precisa começar semanas ou meses antes do primeiro CPL. Cada lead é um ativo; sem ele, o investimento em tráfego e conteúdo evapora.
- Pular a fase de pré-lançamento: Ir direto para a venda é como pedir alguém em casamento no primeiro encontro. Os CPLs existem porque o processo de compra exige educação, confiança e desejo construídos ao longo do tempo. Pular essa etapa é abdicar do mecanismo mais poderoso da Fórmula.
- Não investir em tráfego pago: O alcance orgânico ajuda na construção de autoridade, mas escala exige investimento estratégico em mídia paga. Sem tráfego, a base de leads não cresce na velocidade necessária e o lançamento fica refém de uma audiência pequena.
- Copy genérica e sem emoção: A comunicação do lançamento precisa gerar identificação, emoção e urgência. Uma copy que não conversa com as dores reais do público, que não quebra objeções específicas e que não cria uma narrativa envolvente simplesmente não converte.
- Desistir no primeiro ciclo: Talvez o erro mais trágico. O primeiro lançamento é aprendizado. O segundo é otimização. O terceiro é onde o lucro começa a aparecer de verdade. A maioria dos lançadores de sucesso não fez o "6 em 7" na primeira tentativa. Persistência e melhoria contínua são parte do método.
- Oferecer um produto sem qualidade: A Fórmula de Lançamento potencializa resultados, mas não faz milagres. Se o produto não entrega uma transformação real, as taxas de reembolso sobem, os depoimentos negativos se multiplicam e os próximos ciclos ficam comprometidos.
7. ESTRUTURA PRÁTICA: DO ZERO AO PRIMEIRO LANÇAMENTO
Para quem está considerando lançar um curso online, existe uma sequência prática que reduz riscos e maximiza as chances de sucesso:
- Fase 1 — Validação (2 a 4 semanas): Defina o nicho e o tema do curso. Pesquise a demanda real usando Google Trends, grupos de Facebook, comentários em redes sociais e ferramentas de palavras-chave. Converse com pelo menos 20 pessoas do público-alvo para entender suas dores, desejos e objeções. Valide que existe demanda antes de produzir qualquer conteúdo.
- Fase 2 — Construção de Audiência (4 a 8 semanas): Comece a produzir conteúdo consistente no canal mais relevante para o seu nicho (Instagram, YouTube, LinkedIn, blog). Crie uma isca digital de alta qualidade (e-book, checklist, aula gratuita) para capturar e-mails. Invista em tráfego pago para acelerar a construção da lista. A meta mínima para um primeiro lançamento é entre 500 e 2.000 leads qualificados.
- Fase 3 — Produção dos CPLs (2 a 3 semanas): Roteirize os 3 a 4 conteúdos de pré-lançamento seguindo a sequência Oportunidade → Transformação → Pertencimento → Oferta. Grave em vídeo (não precisa ser cinematográfico, precisa ser autêntico e bem estruturado). Prepare as páginas de captura, sequências de e-mail e criativos para tráfego.
- Fase 4 — Execução do Lançamento (2 a 3 semanas): Execute a liberação dos CPLs conforme o calendário planejado. Acompanhe métricas em tempo real: taxa de abertura dos e-mails, taxa de visualização dos vídeos, comentários e engajamento. Abra o carrinho no dia previsto e execute a sequência de e-mails de venda com urgência real.
- Fase 5 — Análise e Preparação do Próximo Ciclo (1 a 2 semanas): Documente tudo: o que funcionou, o que não funcionou, quais objeções surgiram, qual foi a taxa de conversão, qual o custo por lead e o ROI. Use esses dados para otimizar o próximo lançamento. Comece imediatamente a coletar depoimentos dos alunos.
8. OS NÚMEROS QUE IMPORTAM
Para planejar um lançamento com os pés no chão, é fundamental trabalhar com métricas realistas. Abaixo, os benchmarks médios de lançamentos bem estruturados com a Fórmula de Lançamento:
| MÉTRICA | BENCHMARK MÉDIO |
|---|---|
| Taxa de conversão de leads em compradores | 3% a 8% |
| ROI médio em tráfego pago | 5x a 15x |
| Custo por lead (nicho educação) | R$ 3 a R$ 15 |
| Taxa de abertura de e-mails (sequência de lançamento) | 25% a 45% |
| Taxa de visualização completa dos CPLs | 30% a 60% |
| Crescimento da base de leads por ciclo | 40% a 200% |
| Taxa de reembolso aceitável | Até 5% |
| Meta 6 em 7 | R$ 100 mil em 7 dias |
É importante ressaltar que esses números variam enormemente conforme o nicho, o preço do produto, a qualidade da copy e o tamanho da audiência. Um primeiro lançamento com 500 leads e taxa de conversão de 3% para um curso de R$ 497, por exemplo, geraria aproximadamente R$ 7.455 — longe do "6 em 7", mas um excelente ponto de partida para otimizar o segundo ciclo.
9. CONCLUSÃO: PROCESSO VENCE ESFORÇO
O mercado brasileiro de cursos online nunca esteve tão maduro e, ao mesmo tempo, tão cheio de oportunidades. Os dados comprovam: mais de 20 milhões de brasileiros já compraram infoprodutos, o setor caminha para ultrapassar os R$ 10 bilhões em faturamento e a demanda por educação digital só cresce.
Porém, oportunidade sem método é apenas ilusão. A Fórmula de Lançamento de Erico Rocha, adaptada do Product Launch Formula de Jeff Walker, oferece a estrutura mais testada e validada do mercado brasileiro para transformar conhecimento em receita previsível. Não é uma fórmula mágica — é um sistema que exige planejamento, execução disciplinada e, acima de tudo, persistência para iterar e melhorar a cada ciclo.
A diferença entre quem fatura R$ 500 e quem fatura R$ 100 mil em 7 dias raramente é talento ou sorte. É processo. É a capacidade de construir audiência antes de vender, de educar antes de ofertar e de entregar antes de prometer mais.
Se você tem um conhecimento que resolve um problema real, existe alguém disposto a pagar por ele agora. A questão não é se vale a pena lançar. A questão é se você vai fazer isso com método ou na base da tentativa e erro.
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